Sanfoneiro
acalento à vida que passa desapercebida vontade do instante um tom, uma nota compasso sem volta (Para Edu Guimarães)
acalento à vida que passa desapercebida vontade do instante um tom, uma nota compasso sem volta (Para Edu Guimarães)
Este ano foi longo, difícil e dolorido. Relembrei o que é se apaixonar – e dar com a cara no chão (e olha que eu costumo fazer estas duas coisas uma vez por década, quando muito…). Também caí na realidade e passei do momento da euforia da mudança. Conheci, me Leia mais
Mulher alma, pele, luta, ganacorpo que não se bastaplena enchente: transborda tua vida?incômodo constante por simples existir:não te querem ilimitadanão te suportam extravasada! e tu, vadia assumida, pervertida no saberinsubmissa no viverApenas (como se fosse pouco) TUA
Eu estou há 22 dias de completar 40 anos. Hoje escutei, em um determinado grupo: “pq mulheres só mandam fotos de peitos?”.Bom, eu, particularmente, não consigo tirar eles do meu corpo cada vez que faço uma foto. Basicamente eles existem (e são grandes – e nem sempre acho que isso Leia mais
O cotidiano perde o sentido Em instantes de verborragias Causadas por insanas descrenças Em uma vida de desesperanças (Inexiste leveza em tempos contemporâneos)
tormentas sobre o talvez (im)possibilidades impostas em uma quietude promovida em pesar resguardado em dias sem cor, acinzentados teores: entalam na alma todas as palavras não ditas, os pensamentos suprimidos, em vontades vulgares de sinceridade (des)comprometida
(in)segurança distancia, plena poesia teu olhar, corpo, narrativa despida de possibilidades vivo. Apenas. Teu incontido sorriso, conduz silêncio, leveza em sentir o corpo: cede inseguro estar, irrelevante sede, tão saciada quanto fugaz passa. inscreve, na pele, sabor e vontade dia-a-dia. Não há rotina em sincera vadiagem
não se mostrava arredianem pura covardiaquando despertava, nelaamor, plena sinestesia,nesse mundo em distopiaela residiaem sua própria poesia
Somos instantes isoladosaltos e baixos de humor inconstanteSentir e lembrarviver e passearesquecer, rir, pirarVolátil venenointoxica, entorpece,encanta, extasiaesgota e atordoa. Depois cansa e faz afastarum dia, outro dia, quem diria, nega poesiaclama razão, pontual,sem ilusão,E em amor (ou pleno tesão)irrita, vocifera descasoeterno, chora e parapensa, rebrota silêncio Eu, intensa sem calmariaTu, Leia mais
Dizem que sua força se mostravam de formas estranhas. Chorava por bobagens banais, fazia um escarcéu em brandas nuvens. Mas quando a tempestade real se aproximava, ela era tomada por uma estranha calmaria, de razão e plenitude. Ponderava cada segundo vendo a tormenta se aproximando. Sorria e tranquilizava quem ao Leia mais