Anuvia
A força do abraço num aperto anuvia o peso da rotina monótona vida da tela próxima amizade distante no espaço, nunca no instante
A força do abraço num aperto anuvia o peso da rotina monótona vida da tela próxima amizade distante no espaço, nunca no instante
Ele desponta na próxima esquina, sem rumo, nem destino encanta, sorri, abraça, morde, dorme, acorda, delicia o dia enquanto na vida, num repente, se aconchega no sorriso desmonta o coração, a calmaria, intranquila mania da menina que reluta, em sua armadura constante, estranha dureza cotidiana. Reluta, até o abrigo do Leia mais
Não gosto de silêncio, de ruído, de paz ou de tormenta. Não gosto do conforme, sublime calmaria intranquila da submissão (pensada ou não). Daquilo que corrói por prender em aquietamentos, ideais de neutralidades, pífias vontades de tranquilidade, em um sofá de comodismos? Não gosto. Não gosto de sentir esse peso Leia mais
tempos de poesias fugazes sobre amores vorazes e sentimentos vazios tempos de amores vazios sobre poesias vorazes e sentimentos fugazes tempos de sentimentos vorazes sobre amores fugazes e poesias vazias tempos vazios (sem ti)
o gosto pelo mundo que te faz fuga me faz rota eventual passagem em passos apressados delineados com acaso o teu jeito desleixado te faz fugaz em meu corpo, insano intencional encontros esparsos, dias desabitados em uma vida de descaso não te gosto por inteiro não te amo todo o tempo não te Leia mais
Em qualquer caderno meu encontro: saliva, pele, vontade. Pedaços de falta ou constância abocanhadas com dentes e garras Palavras e rascunhos, desejo e silêncio barba, cafuné e saudade. Tu em verso [e só]
Mudo mundo contemporâneo Esbaforido de ruído e sensações [sem sentido] bloqueios [teus] que silenciam [meus] mundos e vontades