Amargar
Amortece o Amarelo, Amorfo e Amarrotado Amor e… A M A R G A!!! – Amarga!?! É que o amargo sabor me atrai mais do que todo esse apego à doçura
Amortece o Amarelo, Amorfo e Amarrotado Amor e… A M A R G A!!! – Amarga!?! É que o amargo sabor me atrai mais do que todo esse apego à doçura
Detalhes soltos em momentos precisos: Músicas que ressoam no espaço Tempo que voa brisando suave Vadiagem que se instala sem culpa Risadas que se espalham pelo quarto Detalhes inesperados em momentos dispersos: Descobrir que o sorriso era apenas a minúcia A calma, um apetrecho da preguiça que preenche o dia Em uma inebriante inércia distraída e Leia mais
Escrever é mais sobre cafuné bem feito e sorriso sincero, do que sentimentos inventados em tardes amenas. Mas principalmente (e sempre e toda a vida) sobre um começo de dia com café sobre a mesa. Não há manhã que se salve sem um bom café… – Nunca?!? Ah! Existe… Nesses Leia mais
É que a pele exige o que perto não está. As ideias voam longe e provocam vontade, num instante de lembrança fugaz, daquilo que minha pele exige: o que perto, não está.
Fora casulo maldito: vomito sem dó, sem pena, sem pesar. Não te quero me povoando, até que povoes junto o outro.
Quem a vê sentada observando, o que pensa? Ela gosta de detalhes… Atenta-se a cada um deles Como quem devora um sorvete de baunilha delicioso (Mas ela não gosta de sorvete de baunilha…) Do que ela gosta? O que saboreia? E como? O que a satisfaz? Descrever os detalhes demoradamente, Leia mais
Mas é na calmaria de um olhar Repousando em mim, silencioso Que me percebo sorrindo sem cautela É ao me acomodar por inteira No conforto de teu abraço que deixo a preguiça nos ocupar E no olhar, no abraço, na preguiça No som da voz, no sorriso… Ah, no sorriso… Leia mais
Boa é a tarde Que se demora Com sabor de cereja Cheiro de preguiça E cafuné de sobremesa Forte é a vontade Da pressão suave Da mão na pele em um passeio que não é à toa Raridade é degustar o saber (Sem espanto, nem modéstia) Que beleza se acha Leia mais