Sobre cafés e boas companhias
o cheiro do café irrompe o arcomunica o instante da pausaimpõe ritmos à conversae se esvaideixa lembrança,notas não aleatóriasvida de boa companhiainspira poesia
o cheiro do café irrompe o arcomunica o instante da pausaimpõe ritmos à conversae se esvaideixa lembrança,notas não aleatóriasvida de boa companhiainspira poesia
Solidão é viver numa multidão sem sentidoEvitar o toque, pois a leveza do tato agride tanto quanto o verbo que condena.Interno mundo que habita e refaz o sofrer cotidiano.Dias de esquecimento de si. Dias de murmúrios ruidosos de dor.Grito silencioso que se esvai, irrompe o imenso nada e, de novo Leia mais
Planejando bem, nada acontece.O mundo não sai do lugarTampouco aí está a te aguardar(tempo que passa)A vida se irrompe é no instanteSorrisos não respeitam agendasBeijos não pretendem acontecer nas horas exatasA pele não se enquadra nos ditames dos espaçosE o suor anseia, enquanto nublam-se preceitos Planejando bem, nada (nos) aconteceDesrazão Leia mais
nota encadeadarota não aleatóriabrota alardeadaremota trajetória Para Edu Guimarães
Há sempre aqueles diasInsuficientes palavras para poesiasNos restam boas doses de caféUm amigo de barba e cafuné
e se tudo o que nos restar for a mesa do bar, olhares trocados, falas em subterfúgios e contatos diretos, em tato e fato. E se tudo o que nos restar forem conversas em rodas de choro, enquanto o bandolim ressoa e nossa voz sai ao pé do ouvido. E Leia mais