Sem prosa, nem rima
Tem dia que nasce assim sem alegria nem cantoria sem vontade de poesia sem prosa, nem rima sem cheiro de café nem boa companhia
Tem dia que nasce assim sem alegria nem cantoria sem vontade de poesia sem prosa, nem rima sem cheiro de café nem boa companhia
O torpor da inspiração insone que conjunta, intensa e curiosa, acompanha, preocupa, ri, diverte cantarola a felicidade na distância e quer e afirma querer O silêncio das palavras, dos traços, da cadência O silêncio da vontade, do prazer, do abraço O silêncio da possibilidade, do sorriso, do torpor Confusas confusões Leia mais
O silêncio gera encantamento ou ansiedade? É resposta sutil ou pura desatenção Descaso, desilusão? Eu Não Sei! Mas decreto, sem mais querer Nem menos interessar: Teu silêncio já pode se fazer ausente.
Acasos do silêncio que fala e ocupa o tempo todo todo o tempo e a menina esquece esquece? Distraída, deita e dorme e lembra que amanhã teu abraço, longínquo será insuficiente mais uma vez
Minha confusão é profícuo labirinto… Ora parece ter saída, ora parece corredor sem fim, ora múltiplas trajetórias que se cruzam e deixam dúvidas… Eu gosto de dúvidas: Calmarias intranquilas (e possibilidades de encontros – pois o labirinto é por muitos habitado, penso eu…). O que não tenho certo comigo é Leia mais
Hoje eu vou só repetir uma poesia que fiz cerca de um ano atrás, para a chegada de um pequeno, que carrega no nome a potência da verdade, no sorriso a intensidade da ternura e… nos olhar? Ahh, nesse olhar ele carrega o mundo das possibilidades… Shin, Verdade, esse pequeno! Meu nome, é Leia mais
E lá o acaso tem razão? Dizem que nada acontece sem ele, sempre há quem explique por motivos quaisquer os acasos da vida. De que valem acasos, se não nos debruçarmos neles e não nos forçarmos, minimamente, para fazê-los acontecimentos? Significá-los de algum modo? Torná-los parte de nós? Acasos, acontecimentos, “Forças Leia mais
<Miudezas… Eu gosto de miudezas… uns detalhes perdidos quando caminhamos pela rua uma folha contorcida, uma brisa que anuncia a chuva o tal do grilo que insiste em cantar, ou a entonação das cigarras? todas barulhando juntas no mês que virá Ou então, saber – sem conseguir enxergar aquilo que Leia mais
Notas não aleatórias: Projeto aberto na tela, só sai poesia. Invade, contamina, interrompe, [des]concentra Concentra, concentra, concentra, Aninha… Desconcerta E como quem não buscasse a resposta incessantemente Me atropela: O que estamos a fazer de nós mesmos? A imaginação é um abismo…
Habitam em mim várias em um mesmo corpo. Habitam sem disputar espaço, vivem numa deliciosa confusão, às vezes harmônica, às vezes na luta. Quase sempre amam a mesma pessoa, em momentos diferentes do dia e da noite… Todavia, quase sempre amam várias pessoas diferentes, nos mesmos momentos do dia e Leia mais