Solidão
Solidão é o nome do cão que dorme sossegadamente, as vezes suspira e, ruidosamente, reafirma sua existência, as vezes acorda faminto e devora noites insones
Solidão é o nome do cão que dorme sossegadamente, as vezes suspira e, ruidosamente, reafirma sua existência, as vezes acorda faminto e devora noites insones
És Ora sorte Ora revés Jogar faz parte A regra é ter rotas de fuga Em instantes de permanência
É que em todos os (dias) momentos em que o caderno ganha rabiscos (escritos?!?) é o meu rascunho que se instala. Eu: constante construção do ser. Aquilo que (mora) me habita, faz e refaz, urra (num suspiro inquieto) ou (desas)sossega, no ímpeto da palavra, a vontade de seguir A N Leia mais
O que choca não é a mordida de um cão estressado, em meio aos helicópteros, tiros, bombas, gritos, em meio a uma cena de guerra. O que desestabiliza e nos põe às lágrimas não são depoimentos isolados narrando um tempo de dedicação a um ideal, a um país, a um estado, Leia mais
Detalhes soltos em momentos precisos: Músicas que ressoam no espaço Tempo que voa brisando suave Vadiagem que se instala sem culpa Risadas que se espalham pelo quarto Detalhes inesperados em momentos dispersos: Descobrir que o sorriso era apenas a minúcia A calma, um apetrecho da preguiça que preenche o dia Em uma inebriante inércia distraída e Leia mais
Orienta a Acidez Suave Acidenta a Fugaz Ternura Rompe a Dureza e Leve a vida
Quem a vê sentada observando, o que pensa? Ela gosta de detalhes… Atenta-se a cada um deles Como quem devora um sorvete de baunilha delicioso (Mas ela não gosta de sorvete de baunilha…) Do que ela gosta? O que saboreia? E como? O que a satisfaz? Descrever os detalhes demoradamente, Leia mais
Mas é na calmaria de um olhar Repousando em mim, silencioso Que me percebo sorrindo sem cautela É ao me acomodar por inteira No conforto de teu abraço que deixo a preguiça nos ocupar E no olhar, no abraço, na preguiça No som da voz, no sorriso… Ah, no sorriso… Leia mais
Boa é a tarde Que se demora Com sabor de cereja Cheiro de preguiça E cafuné de sobremesa Forte é a vontade Da pressão suave Da mão na pele em um passeio que não é à toa Raridade é degustar o saber (Sem espanto, nem modéstia) Que beleza se acha Leia mais