sorriso
Teu sorriso, desacato fugidio da mente se escapa entre meandros cotidianos premente, incandescência de pele, habita
Teu sorriso, desacato fugidio da mente se escapa entre meandros cotidianos premente, incandescência de pele, habita
O que seria, exatamente, aprender a ter limites? Respeitar os limites, acatar os limites, impor limites?Espaço determinado e finito. Área demarcada, fronteira estabelecida: limite.Ao longo do tempo aprendemos isso, como parte da empatia e do respeito às pessoas: aprenda os limites do outro.Não que isso seja banal ou eu queira Leia mais
Que todo o nosso suave despertar,preguiçoso amanhecer do dia,seja inundado pela poesiacausada pela invasão de amarquem deliciosamente vicianosso cotidiano em paladarpela pele, saliva, vadiaenquanto com café apreciaa vida a contemplar
e de toda a ânsianos restam as horasacordar, respirarbeijar, fodergozar, comersorrir, dormirhora de estancaresfarrapadas ideias. pensar não mais bastae agora, habitar: é o que nos resta?
velhas lembranças misturando-se nas poeiras da vida remoer aquietamentos, aquecer risadas escondidas organizar o inevitável, limpar espaço (novas antigas memórias habitarão) esquece a chave em alguma gaveta deixa o tempo consumir os fatos, as ideias inundarem o quarto a vida preencher-se de si sem poeira assolando entremeios com poesia invadindo Leia mais
o cheiro do café irrompe o arcomunica o instante da pausaimpõe ritmos à conversae se esvaideixa lembrança,notas não aleatóriasvida de boa companhiainspira poesia
Solidão é viver numa multidão sem sentidoEvitar o toque, pois a leveza do tato agride tanto quanto o verbo que condena.Interno mundo que habita e refaz o sofrer cotidiano.Dias de esquecimento de si. Dias de murmúrios ruidosos de dor.Grito silencioso que se esvai, irrompe o imenso nada e, de novo Leia mais