Insis(desis)tências
Se minha loucura não cabe tua na vida fugaz momento, lúcida refugo e sigo voraz permanência, retorno insana, existo, desisto, insisto miro teus negros olhos e afirmo: O silêncio… teu melhor som tua mais cruel resposta.
Se minha loucura não cabe tua na vida fugaz momento, lúcida refugo e sigo voraz permanência, retorno insana, existo, desisto, insisto miro teus negros olhos e afirmo: O silêncio… teu melhor som tua mais cruel resposta.
O torpor da inspiração insone que conjunta, intensa e curiosa, acompanha, preocupa, ri, diverte cantarola a felicidade na distância e quer e afirma querer O silêncio das palavras, dos traços, da cadência O silêncio da vontade, do prazer, do abraço O silêncio da possibilidade, do sorriso, do torpor Confusas confusões Leia mais
O silêncio gera encantamento ou ansiedade? É resposta sutil ou pura desatenção Descaso, desilusão? Eu Não Sei! Mas decreto, sem mais querer Nem menos interessar: Teu silêncio já pode se fazer ausente.
Acasos do silêncio que fala e ocupa o tempo todo todo o tempo e a menina esquece esquece? Distraída, deita e dorme e lembra que amanhã teu abraço, longínquo será insuficiente mais uma vez
Só espero essa distância diminuir para sentir teus elogios de pertinho enquanto escuto tua barba em mim
Mendigava cafuné em madrugadas insones ganhava em troca o silêncio que vinha com afago suave num misto de preguiça e vontade Teu silêncio, que ora me encanta ora me inquieta e, sempre, me atordoa
Não adianta sorrir, meu bem Sou imune ao teu sorriso Que faz meu sorriso Sorrir também Tampouco adianta sorrir, meu bem. Sou incapaz de ceder ao teu sorriso Com a alegria de meu sorriso Ao te ver sorrir tão bem… Não adianta sorrir, meu bem… Com essa cara de sábado Leia mais
É que a soma dos nossos silêncios encurtam a distância para os versos a calmaria que invade, turbulenta é a mesma que se contorce em estrofes Escrita impelida pelo som inaudível da minha saudade de tua risada do tempo que passa suave na preguiça de uma manhã sem fim E Leia mais