Noites insones

Noites insones Um sonambulismo Poético Que atravessa Que ama Que pulsa Obriga a escrita Noites insones Quando cultivadas Em longínquas parcerias Se faz e se refaz Em verso e prosa Em um diálogo amigo Em produção conjunta Em ideia compartilhada E amizade, enfim Mesmo distante É isso… Roubar sorriso Inspirar Leia mais

Dos diálogos…

E num diálogo impertinente Como resposta àquela pergunta Que nunca existiu Eu te diria que te quero Até que de nós não reste nada além De câimbras, sussurros (ofegantes), risadas e suor… (imagem de http://10paezinhos.blog.uol.com.br) Hoje, comemorando o 100º post, uma poesia irreverente, para um amor estranho e não correspondido Leia mais

Sobre a leveza

Deixa a brisa bater No cabelo No rosto Na alma Deixa a chuva levar O peso da dor Da tristeza Da agonia Ansiedade é palavra conhecida Numa rotina constante Porém, sabemos Amizade também nos habita E é nela, de longe que libertamos Os monstros, o grito, o pranto O riso, Leia mais

Que tempo?

O que possibilita sentimento? O que determina o que sentimos? Estética? Vivência? Rotina? Tormenta? Calmaria? Tempo. Tempo? I-da-de Sinceridade Voracidade Intensidade Olhares e sorrisos encantam Palavras declaram, mas só o tempo Vivido em intensidade Sincera vontade Ávida liberdade Denuncia o amor que sentimos

O mesmo céu

O céu é o mesmo As estrelas brilham igual Porém,  Quatorze passos te separam Quatorze horas te distanciam Linhas imaginárias Que se fazem presentes No instante em que o pensamento Cobra o aperto de ouvir a voz De lembrar do som da gargalhada De ver, a cada momento,  Um sorriso Leia mais

Se me perco…

Se me perco em um sorriso Em um olhar Em um abraço Me encontro no instante Da conversa sincera Da amizade nova que não é pouca De uma cumplicidade inusitada Uma parceria declarada Em um carinho Que se faz presente Que a distância pode afastar Do corpo, dos olhos, das Leia mais

Cultivar o mundano…

Vá! Brilha, brilha, pois és a única estrela. Nos ofusca pela perfeição Se distancia com tua iluminada trajetória De gloriosos feitos! Leva, ao caminhar, Tua arrogância, Esnobe e vulgar. Só não esqueça Que longas jornadas podem ser perfeitas, Mas solitárias… Por aqui, seguimos cultivando o mundano Cheio de miudezas feias Leia mais