Café e Chocolate
A felicidade reside no detalheDa visita inesperada,Roubada, em silêncio E quando não vens?Para isto inventaramCafé e chocolate Como eu disse: de-ta-lhe
A felicidade reside no detalheDa visita inesperada,Roubada, em silêncio E quando não vens?Para isto inventaramCafé e chocolate Como eu disse: de-ta-lhe
Eu acho é pouco Eu quero é mais Dito isso, escrevo O que pulsa e repulsa Tem quem passe Leia, olhe… e siga Tem quem goste Emocione e sinta Eu amo, exponho, declaro E o meu amor, meu bem, É tanto meu, quanto teu E é tão intenso, quanto raro Leia mais
E se começas o dia Ou terminas a noite Visitando (minha) poesia O que posso eu, senão sorrir? Adoro o rastro de teu passeio Que percebo em meu caminho Sem esperança, com carinho Na saudades, que saboreio
Choro por mim, por todos Que pensam, falam, apontam Na rua, na vida, na casa Na rotina: modos de ser Que culpam, diminuem, invalidam Sujeitam a mim, a todas A vestir isso, comer aquilo Comportar assim, falar assado Pois és menina, és mulher Cor-de-rosa, comportada, delicada Dedicada, é para casar… Leia mais
Intensidade Incomoda? Perturba? Assusta? Confunde? Então, meu amor, Caminha Se for prá ser calmo Se for prá ser marasmo Se for prá ser com pudor Se for prá, enfim, sentir Com moral ou sem amor Caminha Pois aqui, Até para curtir preguiça E passar na rede o dia Tem que Leia mais
Tem sempre aqueles dias Que só chocolate amargo E abraço sincero Podem salvar Mas ainda tem a semana inteira Amanhece cinza, vai piorar E não tem nenhum sorriso Que encante a inspiração Cadê tu poesia?
Venha e faça Do meu amor Tua casa Veja Se consegues Entrar Naquilo Que separa Meu mundo Meu encanto Do olhar Curioso De quem Não merece Conhecer Meu amor E faz, aí Nosso lar, Nossa casa. Entre E fique A vontade
– Eu não tenho sorte no amor Por isso, escrevo… – Eu nem sei se tenho sorte ou não Por isso, escrevo… Sorte De versos, de letras Jogados no papel Despejados Por um gostar Em um jogo Fora de tempo De espaço, de prumo Em um jogo de amar Com Leia mais
Noites insones Um sonambulismo Poético Que atravessa Que ama Que pulsa Obriga a escrita Noites insones Quando cultivadas Em longínquas parcerias Se faz e se refaz Em verso e prosa Em um diálogo amigo Em produção conjunta Em ideia compartilhada E amizade, enfim Mesmo distante É isso… Roubar sorriso Inspirar Leia mais