[Cada pedacinho meu]
Ao demorar nos instantes de teu prazer Admiro o espontâneo sorriso Enquanto o deleite de teus detalhes Me percorre em tua pele, teu gosto: Tu inteiro (em cada pedacinho meu)
Ao demorar nos instantes de teu prazer Admiro o espontâneo sorriso Enquanto o deleite de teus detalhes Me percorre em tua pele, teu gosto: Tu inteiro (em cada pedacinho meu)
meus dentes, tua pele teus braços, minhas pernas teu sorriso orgulhoso meu silêncio ofegante GOS TO SA sensação de teu som nosso gosto na boca nosso gozo no corpo suspira, sorri aguarda o breve momento de caber nesse abraço no tempo de uma preguiça
Vira e mexe é poesia, interrompe o silêncio, vira escrito. As vezes vira sorriso. Sabe como é? Daquele tipo que aparece quando estamos andando no meio da rua e somos pegos desprevenidos pela lembrança fugaz: sorrimos largo, sem vergonha ou pudor… E seguimos caminhando com aquela sensação confortável que fica Leia mais
O tempo Do sorriso nos lábios Do café na cama Da manhã preguiçosa Troco eternidade, por intensidade E cafuné sincero
O presente pede passagem pois o peso da viagem não merece meu apreço só meu recomeço… 😉
O mundo de Ana sofre de uma inexplicável verborreitude poética aguda resultado de um vício declarado em doses demasiadas, intensas e inconsequentes de cafeína, cafuné, estradas e paixão tem diagnóstico e prescrição Mas a cura… Ah, meu caro… O mundo de Ana sofre de uma explicável vontade insana de seguir com Leia mais
desatino destino insano deixado de lado no inverso do nexo atropela o óbvio a verdade que mata trucida ignora o pobre inexistente na bolha estúpida da vida furtacor vomita cristalina gana aversão ao avesso narcísico vazio de sentido de razão voraz razão por pura ojeriza ao feio e pobre dispensável Leia mais
No fundo, a poesia é sempre sobre a inquietude de quem escreve, Aquilo que irrompe, forma, deforma, intranquilamente, o pensamento Já foste inspiração para alguém? A sensação de falta ou de excesso? Falta e excesso: de si mesmo. Sobre outro alguém. O instante suave que sentes a ausência e o sabor Leia mais
Espaço de silenciamento Tempo de inquietação. Vida. Perto ou longe. Sempre em um (outro) sem lugar. Movimenta, roda a saia, sorri, dança, acena e vive, mulher… Intensa, colorida, simples (ou não). Se o mundo não aguarda meu momento, eu construo um.
Tudo o que faço, digo, penso tem que ter sentido. Visceralidade de existência e pertencimento. Inconformidade que habita e faz amar Uma poesia aqui, uma fotografia lá: um jeito de olhar e viver meu mundo Um dia no grito, outro no pranto, horas de euforia, horas de descanso Ter sentido Leia mais