saudade
Mira, vadiamente, o nadacontempla o tempo estanquerespira, pensa, suave, inspiraenquanto o olhar, vago na saudade,mira, pele, contato,minha pura poesia
Mira, vadiamente, o nadacontempla o tempo estanquerespira, pensa, suave, inspiraenquanto o olhar, vago na saudade,mira, pele, contato,minha pura poesia
O que seria da vida sem a soberania do calmo instante que paira e nos deixa na quietude da intimidade entre amigos?É de pele, suavidade e nós, pleno teor, contato de fato, que desfazemos distância, sem rumor ou pudor, com tato.
É preguiça que chama né?Aquilo que faz a calmaria sorrirE o bem estar se instalar,Com a falta de pressa típicaque o domingo exige e a vida,Simples vida, solicita
E se o tempo tudo devora, vorazem suave lembrança, tua presença(perene estar) suspende os segundosnão há tempo que corrompaPele com tanto comtato
Viver o sabor, pele,sentir o tempo, calorpensar a vida: sem pudor O tal do sábado foi inventado para passarmos com lentidão ao sabor de um café e uma prosa engajada – seja na pauta que for, desde que seja com aquele sujeito que faz sentido!Chegar ao final do dia com Leia mais
Insegurança é mato, diverso prolifera em acontecimentos, se instala na minúcia transforma, deforma, toma: a forma paira e suspende o óbvio instaura a suspeita diminuta sussurrando sandices corrompendo a visão, nublando-a cresce, aparece, frondosa te esconde: até ninguém mais perceber(-te)
Quando os dias amanhecem preguiçosos, entre um ou dois (ou três ou vários) cafés, entremeados de prosa suave em incontáveis segundos.Quando os dias passam, entre amigos, pele, risadas, exato teor: pleno sabor.