A casa é sua

Ele desponta na próxima esquina, sem rumo, nem destino encanta, sorri, abraça, morde, dorme, acorda, delicia o dia enquanto na vida, num repente, se aconchega no sorriso desmonta o coração, a calmaria, intranquila mania da menina que reluta, em sua armadura constante, estranha dureza cotidiana. Reluta, até o abrigo do Leia mais

sábados

O interfone toca, inúmeras vezes. Para.Recomeça mais uma vez. Toca, toca, toca.Ela acorda, não são dez horas ainda. Não há cheiro de fumaça, evidência de apocalipse zumbi, nem estamos na rota de algum meteoro. Ela vira para o lado, dorme novamente.20 minutos se passam, o insistente toque retorna.“Quem, em sã Leia mais